C U R I O S I D A D E
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HISTÓRIA DO WHISKY
Segunda Semana
História do Whisky:
Há registro na história, de que o primeiro processo de
destilação foi descoberto pelos egípcios e chineses em busca de novas formas de
perfumes e adaptado por monges na Europa, provavelmente no século 11, para a
destilação de vinho com o objetivo de produzir conhaque. A prática foi divulgada à medida que os
efeitos hedônicos da “a água da vida” se tornaram conhecidos. Como o clima do
norte, não era favorável ao cultivo da uva, o processo foi adaptado para a
destilação de cereais fermentados, em especial a cevada. Mas, no século doze,
na Irlanda, uma forma precária de whisky estava sendo destilada, e essas
experiências foram introduzidas na Escócia pelos monges irlandeses.
Sabe-se que São Colomba viajou da Irlanda até o porto em Iona em 536 d.C., uma data valiosa para a
história religiosa da Escócia. A ilha
escocesa de Islay, perto de Iona, tem uma grande e histórica tradição de
produzir whisky de malte e tradicionais
ligações históricas com a Irlanda através da língua comum, o gaélico. Seu limite ocidental está imensamente
distante da Calçada dos Girantes no
condado de Antrim, Irlanda do Norte, e Kintyre, no continente escocês, e,
portanto, teria sido uma simples questão de transportar de barco um alambique
primitivo para Islay, segundo a lenda, um girante irlandês saltou até a Escócia
com um tonel de whisky nas costas, e não é coincidência que aqua vitae se traduza para o gaélico
como “uisge beatha”. Comenta-se, no entanto, que o termo gaélico veio primeiro tendo
sido latinizado pelos monges.
A primeira referência a palavra “whisky” está inscrita no Tesouro Público da Escócia de 1494, que registra
uma encomenda do rei Jaime IV de “oito recipientes de malte para o frade John
Cor da abadia de Lindores, com os quais deveria fazer aqua vitae” (equivale
a aproximadamente 400 garrafas atuais). Após a dissolução dos mosteiros no
século 16, muitos monges passaram a desenvolver suas habilidades como
destiladores de “uisge beatha”, que já
eram conhecidos por suas qualidades medicinais.
Diz-se ser do pastor de Ettrick, James Hogg, o seguinte
comentário: “Se uma pessoa pudesse
encontrar a proporção exata em quantidade que deve ser bebida diariamente e
ater-se a isso, acredito que ela poderia viver para sempre, sem morrer em
absoluto, e que médicos e cemitérios seriam desnecessários”.
Embora a habilidade de destilação tenha sido no início desempenhada
por monges, os fazendeiros da região adquiriram rápido as novas habilidades. No
século 16, a destilação do whisky
tornara-se uma das principais atividades nas fazendas de toda Escócia, e o
processo foi aperfeiçoado pelo desenvolvimento do familiar alambique “por still” em forma de pêra muito utilizado ainda hoje e o uso
de água corrente fria para a melhor condensação do espírito, já que a região
existe água em abundância de ótima qualidade. Foi também no século 16 que a lei
escocesa interferiu inicialmente na produção de whisky.
Tino Lopes
Administrador de
empresas
Relações Públicas
MBA em Pessoas e
Finanças
Pós-Graduado em Gestão
Pública
Extensão em Arranjos
Produtivos na Área de Confecções
Comunicador de Rádio
Pesquisador
Próxíma
edição: Continuação da História do Whisky
Do Blog Giro Cidade

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