02 dezembro 2014

D I C A S – Tino Lopes

10ª Semana:

DICAS...


COMPRAS NO EXTERIOR

Câmbio pode assustar


Você costuma fazer compras em sites internacionais? Ou vai viajar para o exterior e planeja levar o cartão de crédito? Cuidado, você pode se surpreender depois com a fatura, tendo em vista, a taxa de câmbio utilizada pela administradora do cartão. Foi realizada uma pesquisa em parceria com o economista Samy Dana, da Fundação Getúlio Vargas, e o resultado mostrou que a diferença entre bancos pode significar R$ 114,48 a mais em uma fatura de US$ 1 mil.
Em seguida foi feito um levantamento das faturas de cartões de crédito de sete bancos: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Citibank, HSBS, Itaú e Santander. Foram comparados as taxas cobradas na fatura com as taxas divulgadas pelo Banco Central do dólar comercial. O resultado foi que a diferença entre o menos vantajosa (Santander) e o mais vantajoso (Caixa) pode chegar até 5,43%.
O cartão da Caixa foi o que se saiu melhor, cobrou a menor diferença em relação ao dólar comercial: 0,45%. Quem tiver uma fatura de US$ 1 mil economiza R$ 114,48 no cartão da Caixa, em vez do Santander, considerando-se uma taxa de dólar comercial a R$ 2,30.
Em tese, a taxa de câmbio que deveria ser usada ou tomada como referência para os cartões de crédito é a do dólar comercial, mas foi constatado que isso não acontece. Os bancos não são obrigados a cobrar a taxa de câmbio comercial, embora sejam aconselhados a utilizá-la como referência, e, isso, faz como que seja cobrando um valor a mais.
Por isso, tenha muito cuidado ao usar seu cartão em compras internacionais porque você nunca terá certeza de quanto pagará depois. Vale lembrar, que, além dessa indecisão cambial, você ainda terá que pagar o tradicional Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 6,38%.

COMPRA ON-LINE

É preciso ter cautela

Ao fazer compras pela Internet, siga algumas dicas para evitar fraudes, uso indevido de seus dados, entre outras consequências:
DICAS:
- Antes de fechar a compra, consulte os sites dos Procons para verificar se a empresa tem registro de reclamações;
- Pesquise o melhor preço e as melhores condições de pagamento, mas duvide de produtos muito baratos;
- Verifique no site www.regisrro.br os dados da empresa (razão social, endereço e CNPJ). Se o domínio for .com ou .net, cheque onde o site está hospedado através do whois. domaintools.com ou whois,com. Desconfie se estiver hospedado fora do Brasil;
- Nunca pague com depósito em conta de terceiros. A conta tem que estar no nome da loja virtual (com o CNPJ);
- Veja nas redes sociais se há registros anteriores de reclamações;
- Verifique o endereço físico da empresa, telefones, e-mails e quais os procedimentos para reclamação, devolução, garantias, etc.;
- Guarde todos os dados das compras: o nome do site, itens adquiridos, valores pagos, número do protocolo da compra ou pedido;
- Exija a nota fiscal da compra.

SAÚDE

CIRURGIA BARIÁTRICA: SÓ PARA QUEM PRECISA

A redução de estômago não dever ser vista como vaidade, e sim como solução para tratar um sério problema de saúde – Continuação...

Nem todos estão aptos para a cirurgia

As cirurgias diferenciam-se pelo mecanismo de funcionamento. Existem três tipos básicos de cirurgia bariátrica e metabólica, que podem ser feitos por abordagem aberta ou por videolaparoscopia (menos invasiva e mais confortável). Na cirurgia restritiva, é reduzida a quantidade de alimentos que o estômago é pode comportar. No procedimento disabsortivo, é reduzida a capacidade de absorção do intestino. E na cirurgia mista, acontece um grau de restrição e discreta má absorção intestinal de alimentos.
Falando de técnicas, apenas quatro modalidades são permitidas no país . São diferentes,  mas todas garantem uma perda média de 40% do peso inicial.
A cirurgia bariátrica é indicada para pessoas com obesidade potencialmente fatal e apenas quando outros tratamentos, como adoção de hábitos saudáveis (dieta adequada e exercícios físicos regulares) e uso de medicamentos, não funcionam. Segundo os médicos especialistas, a indicação cirúrgica deve ser decidida sob a análise de três critérios: índice de massa corpórea (IMG), idade e tempo da doença. Mas a cirurgia bariátrica não é recomendada para quem tem alguns tipos de doenças graves e que não melhorariam após a operação, como câncer avançado e doença hepática. Pessoas com uma limitação intelectual significativa e que não tem um total apoio familiar não são indicadas para esse tipo de procedimento, bem como pacientes com transtorno psiquiátrico não controlado (incluindo uso de álcool ou drogas ilícitas) e portadores de doenças genéticas.

Riscos não podem ser ignorados

É necessário que se faça um bom pré-operatório para que possa ajudar nos resultados. Antes do procedimento, o paciente precisa perder um pouco de peso – para que possa  oferecer melhores condições à anestesia geral e à operação. E também realizar uma série de exames como endoscopia digestiva, ultrassom abdominal e exames laboratoriais, sem contar que obrigatoriamente deve passar por consulta com os profissionais  especialistas (cirurgião, cardiologista, psiquiatra, psicólogo e nutricionista).
O período mais difícil, é o pós-operatório, ou seja, a fase de recuperação do ato cirúrgico, esta é a fase de maior desconforto e de adaptação à nova dieta. Juntando a tudo isso, a expectativa, a ansiedade e a insegurança do paciente, que devem ser acompanhadas de perto por um terapeuta.
A cirurgia antiobesidade é um procedimento complexo – e, por isso corre riscos, como infecções, trombose venosa profunda, embolia pulmonar e hemorragia interna. Em longo prazo, pode surgir novas complicações. Em alguns casos, cirurgia plástica para a retirada do excesso de pele é necessário. Podem acontecer surgir pedras na vesícula, estenose de estoma (comum em pessoas com bypass gástrico, quando um pedaço de alimento obstrui o orifício – estoma – que conecta o estômago ao intestino), derrapagem da banda gástrica, intolerância alimentar e distúrbios psicossociais (problemas de relacionamento e piora do humor quando ocorre a estabilização do peso).
Não pode ser esquecido o risco de morte que deve ser considerado – afinal, nenhuma operação é totalmente segura e todos os procedimentos implicam um risco (como uma operação qualquer), mesmo que pequeno. Em alguns casos, podem ocorrer embolia pulmonar, hemorragia interna, infecção, ataque cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC). Portanto, não nos responsabilizamos por nenhuma tomada de decisão pessoal. Antes de qualquer decisão CONSULTE UM MÉDICO ESPERIALISTA.

Na próxima semana, tem mais –Saúde.(Alimentação do Bebê)


Tino Lopes

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