21ª Semana:
INTERESSE
SOCIAL...
CICLOVIAS – Diversão sem
segurança
Quem tem o hábito de andar de
bicicleta pelas cidades brasileiras sabe que as ciclovias estão longe de
atender bem aos seus moradores e visitantes. Falta de tudo: estrutura adequada
de circulação, interligação entre as vias, orientação para os ciclistas, placas
indicativas de rotas e, o principal, segurança. Existem ciclovias espalhadas,
sem cumprir a função de levar as pessoas a diferentes destinos, com exceção de
um trecho no Rio de Janeiro. O que é pouco, em ser tratando de um país que
prometeu muito em termos de mobilidade urbana para a Copa do Mundo – e
pouquíssimo foi cumprido. Estas obras, que fariam parte do legado prometido à
população, não saíram do papel.
Nem sempre é fácil alugar
Se o morador ou turista pretende
alugar uma bicicleta nem sempre é fácil. Poucas cidades contam com esse
sistema, como Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Porto Alegre e Recife, o que
é um bom sinal. Mas em cidades como a nossa é extremamente difícil encontrar
locais para alugá-las, dificultando a vida do ciclistas habituais e de ocasião.
Cidades
precisam criar projetos
As cidades brasileiras, sobretudo as
que recebem um bom número de turistas como a nossa, precisam definir novas
metas para suas ruas, a fim de atender à demanda dos ciclistas e, assim,
reduzir os acidentes com veículos e os congestionamentos. Melhorar o transporte
e implementar ciclovias também incentivam o comércio local e promovem um estilo
de vida mais saudável. Por isso, devemos exigir que os gestores das cidades que
abandonaram ou não existem as ciclovias dê andamento ou criem seus projetos de
mobilidade urbana e estabeleçam novos
planos para que futuramente eles possam sair do papel.
DDD – Economize até 83% nas ligações
Se você ainda faz chamadas interurbanas de fixo para
fixo, para economizar, fuja do horário comercial e dos pacotes com preços
fixos. Eles só valem a pena para quem faz esse tipo de ligação com freqüência.
As ligações DDD ficaram muito mais
baratas entre familiares e amigos depois que as operadoras de celular passaram
a oferecer planos com ligações DDD de graça ou custando centavos entre números
da mesma companhia. Se você tem algum parente fora do país e costuma ligar pra
ele, compre um chip da mesma operadora que seu parente, e a economia com
telefone pode chegar até 83%. É uma economia e tanto. O problema é que nem
sempre o telefone para o qual precisamos fazer um DDD é de um amigo ou familiar
que compense o investimento em um chip. E são essas chamadas esporádicas ou as
chamadas comercias que ainda podem representar um pesadelo na conta de
telefone.
Se você ainda faz ligações DDD de fico
para fixo, nossa dica de evitar fazê-las nos horários normal e diferenciado
continua valendo. Em outras palavras sempre que possível, faça seus DDDs após
as 20h de segunda a sexta, ou após as 13h do sábado nos fins de semana. As
madrugadas continua com as tarifas mais baratas. Quem opta pelo horário
super-reduzido pode economizar ate 83%. Mas dificilmente alguém telefona entre
1 e 5h da manhã.
Após pesquisa, foi constatado que o
plano Simples 41, da Tim, apresentou os menores custos para a maioria dos
horários em todos os cenários. Mas, para usá-lo, é preciso ter um telefone fixo
da Tim. Vivo e Embratel também tem boas opões para os horários reduzido e
super-reduzido.
Programas como o Skype barateiam consideravelmente as chamadas
DDD e DDI. Use a tecnologia a favor do seu bolso
Pacotes não valem a pena
Não confunda planos de tarifas DDD com
pacotes oferecidos pelas operadoras com preços fixos por mês. Os pacotes só
valem a pena para quem faz DDD com muita freqüência. O pacote DDD ilimitado 21,
da Embratel, por exemplo, custa R$ 29,90 por mês e só é vantajoso para quem
fala mais de mil minutos de DDD por mês.
Para economizar ainda mais, caso você
possua uma boa conexão, faça suas chamadas DDD via computador pelos programas
Windows Live Messenger, Google Talk, Yahoo! Messenger e Skype. O Whatsapp
permite a troca de áudios e mensagem via celular e o Viber, além de mensagens,
oferece ligações locais, interurbanas e internacionais. Todos os serviços são
gratuitos, bastando ter transmissão de dados.
SAÚDE –
LABIRINTITE - Desconforto que parece não ter fim
Alergias, cigarro e álcool podem afetar o labirinto,
causando tontura e náuseas. Mas, se tratado corretamente, o problema pode até
desaparecer.
Sensação de estar girando ou quem o
mundo roda à sua volta, com um zumbido no ouvido e muito enjôo. Quem sofre de
labirintite relata muitas dessas sensações desagradáveis, que surgem quando menos
se espera. Para alguns, as crises são mais freqüentes; para outros, acontecem
com diferença de meses e há até casão de pessoas que as têm uma vez só na vida.
Se você já passou por isso, é fundamental procurar ajuda médica para evitar e
até mesmo acabar com as crises. E, se for fumante ou consumir bebidas
alcoólicas com freqüência, saiba que é recomendável abandonar esses hábitos,
apontados como prováveis causas da doença.
Na cultura popular, a palavra
labirintite é usada por muitas pessoas para se referir a todas as doenças do
labirinto, mas na verdade, é a inflamação ou infecção desse órgão. Ele se
localiza no ouvido interno e é responsável por nosso equilíbrio, postura e
orientação do corpo. As demais doenças devem ser chamadas de labirintopatias ou
vestibulopatias. Vale ressaltar que o labirinto não mata, embora cause muito
mal-estar.
Doença tende a ser maus comum a partir dos 40
A labirintite tem inúmeras causas,
como doenças metabólicas (por exemplo, hipotireoidismo), alergias, infecções,
inflamações, anemias, transtornos psiquiátricos, infecções causadas por bactérias
ou vírus, uso de maconha, anticoncepcionais, câncer e traumatismos de cabeça e
pescoço. Ela tende a ser mais comum a partir dos 40 a 50 anos, em função das
mudanças metabólicas e vasculares pelas quais o organismo passa nessa fase.
Para tentar descobrir se você possui
ou não labirintite, o médico deverá fazer uma avaliação otoneurológica, na qual
irá considerar os seus hábitos – se prática exercícios, se possui uma dieta
equilibrada, se anda estressado, etc. -, exames físicos e testes auditivos e de
equilíbrio corporal. Além disso, é importante identificar o grau de inflamação
do labirinto e o lado afetado.
Se ele realmente suspeitar da doença,
você ainda poderá ser submetido a outra bateria de exames, como tomografia
computadorizada, ressonância magnética, eletroen-cefalograma e
vectoeletronistagmagrafia (exame onde é jogado água ou ar quente e frio no
ouvido do paciente.
Inflamações podem desencadear problema
A labirintite pode ser causada por
inflamações e infecções no labirinto. Outros fatores podem afetar o
funcionamento dessa estrutura, como anemias e traumatismos de cabeça e pescoço.
O labirinto, também chamado de ouvido
interno, é formado pelos sistemas coclear e vestibular. O primeiro constituído pela
cóclea, codifica os sons. Já o segundo inclui os canais semicirculares, sáculo
e utrículo e informa ao sistema nervoso central, através do nervo auditivo, a
posição e os movimentos da cabeça.
Não fique sem comer por muito tempo
Confirmado o diagnóstico, o tratamento
poderá ser feito com medicamentos para combater a vertigem, exercícios para
reabilitação do equilíbrio e orientação alimentar, já que o jejum prolongado e
o consumo excessivo de cafeína contribuem para o mal-estar. Isso porque o
labirinto necessita receber glicose e o oxigênio com freqüência, o que pode ser
prejudicado por intervalos muito longos entre as refeições.
Tratando a causa da doença
corretamente, as chances de cura são bem altas. A recuperação da forma aguda,
geralmente, leva de uma a seis semanas, mas não estranhe se você continuar com
a sensação de desequilíbrio, tontura ou zumbido no ouvido durante meses ou até
anos. A audição, em geral, voltar ao normal, mas não são raros os casos em que
há perda auditiva permanente. Por isso, é tão importante que você esclareça
todas as suas dúvidas sobre as conseqüência do tratamento com o seu médico.
Alguns pacientes ainda são submetidos
a exercícios específicos de fisioterapia que ajudam a região do vestíbulo a
recuperar substâncias – chamadas cristais de cálcio – responsáveis pelo
equilíbrio. São exercícios chamados de Manobra
de Epley, em que a fisioterapeuta orienta a cabeça do paciente em algumas
posições, fazendo com que os cristais voltem ao vestibulo.
Normalmente, o problema pode ser
resolvido na primeira sessão. Mas fique atento: esses exercícios só podem ser
feitos com a ajuda de um profissional, já que também podem causar certo
desconforto no paciente. Agora se você não procurar atendimento, o grau de sua
labirintite pode aumentar, sendo necessária até uma cirurgia no labirinto para
tratar a inflamação. Portanto, não relaxe, achando que pode conviver bem com os
sintomas.
Alguns SINTOMAS – Vertigem é o principal
Tonturas; Atordoamento; Sensação de
cabeça leve; Sensação de queda; Instabilidade; Sensação de flutuação; Zumbido;
Náuseas; Vômitos; Sensação anormal de movimento (vertigem); Dificuldade em
focar os olhos, porque se movem de modo involuntário; Perda auditiva em um
ouvido; Perda de equilíbrio, como queda para um lado; Outros ruídos nos
ouvidos; e Movimento involuntários dos olhos.
Na próxima semana, tem mais Dicas de
Saúde.
Tino
Lopes

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