25 abril 2015

D I C A S – Tino Lopes

24ª Semana:

INTERESSE SOCIAL...

TECNOLOGIA – Celular: Pergunte e ele te responderá

Tire proveito do assistente pessoal inteligente, função interessante de smartphones, mas que pouca gente usa

Apostamos que você não sabia que o seu celular pode falar com você ou realizar ações sob o seu comando de voz. Ou, mesmo que já conheça esse recurso, talvez pouco uso faça dele. Está na hora de mudar isso. Afinal, o assistente pessoal inteligente – nome que se dá a essa função – foi criado para facilitar a vida dos usuários de smartphones, e não para ficar esquecido na tela. E, para saber se realmente vale a pena, foi avaliado os principais do mercado.
Primeiro, entenda como esse recurso funciona. Dependendo do seu celular, você, em geral, toca sobre um ícone na tela, faz uma pergunta e obtém a resposta, muitas vezes pescada do Google. Ou solicita alguma ação (por exemplo, “ligar para casa”) e o aparelho a realiza. Isso é uma maneira de você ser mais rápido no uso do aparelho, utilizando cada vez menos as mãos.

Windows Phone ainda não tem
Para quem usa iPhone a partir da versão 4s, o assistente pessoal inteligente é a Siri. Nos celulares que têm Android, o Google Now (mas os usuários de iPhone também podem baixar esse programa, se preferirem). Os aparelhos da Sansung trazem o S Voice. O Windows Phone é o único que ainda não possui esse recurso, mas isso está em vias de acontecer: será o Cortana, que se encontra em fase de teste.
Vimos que todos eles são muito fáceis de configurar. O Google Now apenas pergunta alguns dados, como endereço de casa e do trabalho e qual time você torce. Já a Siri nem precisa de configuração. Na verdade, o uso do assistente é quase intuitivo, mas, ainda assim, o S Voice, na primeira inicialização, explica como usá-lo.
Na hora de dar as respostas ou obedecer aos comandos, o que atendeu às mais diferentes formas de falar foi o Google Now. Ele, por exemplo, reage tanto ao comando “Botar o alarme para 7 da manhã” ou, simplesmente, “Me acorde às 7 da manhã”. O pior  nesse quesito foi o S Voice, que só atende da maneira como foi programado. Além disso, várias vezes necessita de confirmações na tela para completar a ação.

Siri foi o mais demorado
Foi verificado também se os assistentes podem fechar de repente, sem motivo. Todos se mostraram estáveis, entendendo bem os comandos de voz. A Siri, porém, teve alguns problemas para decodificar a voz, demorando um pouco para responder (em média, dois segundos a mais do que os outros).
A conclusão é que ao avaliar os assistentes é que, embora muito interessantes, ainda precisam evoluir. Isso porque todos necessitam de pelo menos um clique na tela para funcionar. O ideal seria que atendessem ao comando de voz unicamente, como já é feito com o Moto X. De qualquer forma, já dão uma boa ajuda aos usuários de smartphones. Por isso, faça uso deles.

Seja claro nos comandos

Você pode fazer perguntas ou dar comandos na afirmativa para o celular. Mas não precisa falar com uma voz pausada, só porque está conversando com uma máquina. Seja natural, para facilitar o entendimento do programa. Veja exemplo do que falar:

Me lembre de tomar remédio amanhã, às 9 horas.
Vá para o site www. ...
Postar no Facebook: Estou viajando para Recife!
Rotas para a Avenida Dantas Barreto, 2.012.
Me acorde às 7 da manhã.
Abra a câmera.
Qual previsão de tempo para Maceío?
Ligar para Renata

Único sem pôr as mãos

Todos os assistentes inteligentes hoje disponíveis ainda exigem que, em algum momento, o usuário clique na tela do smartphones para completar o comando. Isso impede, por exemplo, que se esteja dirigindo e, ao mesmo tempo, fazendo alguma solicitação ao celular. A única exceção é o Moto X, da Motorola. Com ele, não é necessário colocar as mãos no aparelho. Basta falar: “OK, Google Now”. Em seguida, o microfone do assistente irá abrir e o usuário falará o que deseja. Além disso, o Moto X possui funções que nenhum outro tem. Entre elas, “Cadê meu celular” (ao se fazer essa pergunta, o celular apita até ser encontrado) e “Notificações”, na qual são lidas todas as notificações que o aparelho possui.



SAÚDE


EMAGRECIMENTO – Brasileiros estão de mal com a balança

Nossa pesquisa revelou que mais da metade das pessoas no país está com o sobrepeso ou obesa. E quem tenta emagrecer nem sempre consegue.

Estar acima do peso ideal ou com a obesidade já instalada é um fator de risco para sérios problemas de saúde. E para evitar doenças cardiovasculares, diabetes e muitos outros distúrbios, é preciso urgentemente mudar os hábitos alimentares e vencer o sedentarismo. Isso todo mundo sabe. Foi feito pesquisa e revelado um dado alarmante: Cerca de 50% dos brasileiros entrevistados afirmaram que não têm um estilo de vida saudável.
O fato é: 53% das pessoas estão insatisfeitas com o seu corpo. E 72% lamentaram ter mais peso do que gostariam. Mas isso não se trata apenas de uma suposição dos entrevistados. Foi pedido para fazer o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), e foi constatado que, realmente, a briga com a balança é uma ameaça aos brasileiros: 68% deles apresentavam excesso de peso (soma das pessoas com sobrepeso e as já obesas).

Fazer só dieta pode trazer irritação e ansiedade

Foram comparados os hábitos de emagrecimento dos brasileiros com os dos europeus. Para belgas, italianos, espanhóis e portugueses, em média, apenas 20% não levam uma vida saudável (contra 50% dos brasileiros) e só 24% não estão satisfeitos com seus corpos (fato que pesa para 53% dos entrevistados do Brasil).
Apesar de estarem com o peso mais equilibrado do que o nosso, 57% dos europeus tentam perder peso. E aí reside uma grande diferença entre nós: para eles, o principal modo de ficar de bem com a balança é fazer mudanças no comportamento, ao passo que, para os brasileiros, bastaria a dieta.

Principal vilã é a falta de atividades físicas

E o que está levando a estatísticas tão perigosas? A culpa principal, para 82% dos brasileiros que estão acima do peso, é a falta de exercícios. Para 61% deles, os maus comportamentos alimentares. O estresse é a terceira causa, para 60% dos entrevistados. Já 42% afirmam que os quilinhos a mais se devem ao fato de não resistirem a guloseimas.
De qualquer forma, nem todo mundo fica de braços cruzados na luta contra a balança. Entre os entrevistados, 68% afirmaram que estão tentando perder peso, movidos pelas seguinte razões: para sentirem-se melhores (96% deles), para controlar problemas de saúde (60%) e para aprimorar a vida social (35%).
Para atingir a redução do peso, o método mais utilizado por 35% dos brasileiros é seguir uma dieta. Para 15%, praticar exercícios. Já 39% se propõem a fazer uma mudança de comportamento. E isso vai muito além do que fechar a boca e malhar. Trata-se de aumentar a regularidade da atividade física, comer de três em três horas, evitar lanches calóricos. Ou seja, seria uma alteração da forma de pensar e de agir.
Essa porcentagem pode parecer alta, mas não é. E podemos afirmar isso ao compararmos as respostas dos brasileiros com as que foram dadas pelos europeus participantes da pesquisa. Para eles, a mudança de estilo de vida parece como a principal chave para se chagar peso ideal.

Apenas 38% perderam peso significativamente

Como se vê, os brasileiros precisam se conscientizar mais sobre a necessidade da perda de peso. Hoje embora afirmem que gastam cerca de R$ 382 por mês com métodos para emagrecer, apenas 38% relataram ter alcançado uma redução de, pelos menos, 30% do peso.
E o pior: 82% dos entrevistados que emagreceram recuperaram os quilos perdidos. Isso mostra que perder peso acaba sendo mais fácil do que manter a conquista depois. Mais um motivo para que as pessoas invistam mais na mudança de estilo de vida, para que o sucesso com a balança seja duradouro.

DICAS: Pequenas mudanças fazem muita diferença

·         Pequenas atitudes no dia a dia fazem parte da mudança de comportamento que levará ao emagrecimento duradouro.
·         Comece a reduzir as gorduras de sua alimentação. Você não deve cortá-las, mas sim moderar o seu consumo.
·         Leve de casa o lanche que fará no trabalho. Escolha opções saudáveis, como frutas, iogurtes, barras de cereais ou um sanduíche light.
·         Coma pele menos cinco porções, ao todo, de frutas e vegetais por dia.
·         Fique de olho nos rótulos e fuja dos produtos ricos em gordura e açúcar.
·         Torne a caminhada um hábito em sua vida. Se você andar 60 minutos por dia, ficará impressionado com a redução de peso.

Na próxima semana, tem mais Dicas de Saúde.


Tino Lopes

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