24ª Semana:
INTERESSE
SOCIAL...
TECNOLOGIA – Celular: Pergunte e ele te responderá
Tire proveito do assistente pessoal inteligente, função
interessante de smartphones, mas que pouca gente usa
Apostamos que você não sabia que o seu
celular pode falar com você ou realizar ações sob o seu comando de voz. Ou,
mesmo que já conheça esse recurso, talvez pouco uso faça dele. Está na hora de
mudar isso. Afinal, o assistente pessoal inteligente – nome que se dá a essa
função – foi criado para facilitar a vida dos usuários de smartphones, e não para ficar esquecido na tela. E, para saber se
realmente vale a pena, foi avaliado os principais do mercado.
Primeiro, entenda como esse recurso
funciona. Dependendo do seu celular, você, em geral, toca sobre um ícone na
tela, faz uma pergunta e obtém a resposta, muitas vezes pescada do Google. Ou
solicita alguma ação (por exemplo, “ligar
para casa”) e o aparelho a realiza. Isso é uma maneira de você ser mais
rápido no uso do aparelho, utilizando cada vez menos as mãos.
Windows Phone ainda não tem
Para quem usa iPhone a partir da
versão 4s, o assistente pessoal inteligente é a Siri. Nos celulares que têm Android,
o Google Now (mas os usuários de iPhone também podem baixar esse programa, se
preferirem). Os aparelhos da Sansung trazem o S Voice. O Windows Phone é o
único que ainda não possui esse recurso, mas isso está em vias de acontecer:
será o Cortana, que se encontra em fase de teste.
Vimos que todos eles são muito fáceis
de configurar. O Google Now apenas pergunta alguns dados, como endereço de casa
e do trabalho e qual time você torce. Já a Siri nem precisa de configuração. Na
verdade, o uso do assistente é quase intuitivo, mas, ainda assim, o S Voice, na
primeira inicialização, explica como usá-lo.
Na hora de dar as respostas ou
obedecer aos comandos, o que atendeu às mais diferentes formas de falar foi o
Google Now. Ele, por exemplo, reage tanto ao comando “Botar o alarme para 7 da
manhã” ou, simplesmente, “Me acorde às 7 da manhã”. O pior nesse quesito foi o S Voice, que só atende da
maneira como foi programado. Além disso, várias vezes necessita de confirmações
na tela para completar a ação.
Siri foi o mais demorado
Foi verificado também se os assistentes
podem fechar de repente, sem motivo. Todos se mostraram estáveis, entendendo
bem os comandos de voz. A Siri, porém, teve alguns problemas para decodificar a
voz, demorando um pouco para responder (em média, dois segundos a mais do que
os outros).
A conclusão é que ao avaliar os
assistentes é que, embora muito interessantes, ainda precisam evoluir. Isso
porque todos necessitam de pelo menos um clique na tela para funcionar. O ideal
seria que atendessem ao comando de voz unicamente, como já é feito com o Moto
X. De qualquer forma, já dão uma boa ajuda aos usuários de smartphones. Por isso, faça uso deles.
Seja claro nos comandos
Você pode fazer perguntas ou dar
comandos na afirmativa para o celular. Mas não precisa falar com uma voz
pausada, só porque está conversando com uma máquina. Seja natural, para
facilitar o entendimento do programa. Veja exemplo do que falar:
Me
lembre de tomar remédio amanhã, às 9 horas.
Vá para
o site www. ...
Postar
no Facebook: Estou viajando para Recife!
Rotas
para a Avenida Dantas Barreto, 2.012.
Me
acorde às 7 da manhã.
Abra a
câmera.
Qual
previsão de tempo para Maceío?
Ligar
para Renata
Único sem pôr as mãos
Todos os assistentes inteligentes hoje
disponíveis ainda exigem que, em algum momento, o usuário clique na tela do smartphones para completar o comando.
Isso impede, por exemplo, que se esteja dirigindo e, ao mesmo tempo, fazendo
alguma solicitação ao celular. A única exceção é o Moto X, da Motorola. Com ele, não é necessário colocar as mãos
no aparelho. Basta falar: “OK, Google Now”. Em seguida, o microfone do
assistente irá abrir e o usuário falará o que deseja. Além disso, o Moto X
possui funções que nenhum outro tem. Entre elas, “Cadê meu celular” (ao se
fazer essa pergunta, o celular apita até ser encontrado) e “Notificações”, na
qual são lidas todas as notificações que o aparelho possui.
SAÚDE –
EMAGRECIMENTO – Brasileiros estão de mal com a balança
Nossa pesquisa revelou que mais da metade das pessoas no país está com o
sobrepeso ou obesa. E quem tenta emagrecer nem sempre consegue.
Estar acima do peso ideal ou com a
obesidade já instalada é um fator de risco para sérios problemas de saúde. E
para evitar doenças cardiovasculares, diabetes e muitos outros distúrbios, é
preciso urgentemente mudar os hábitos alimentares e vencer o sedentarismo. Isso
todo mundo sabe. Foi feito pesquisa e revelado um dado alarmante: Cerca de 50%
dos brasileiros entrevistados afirmaram que não têm um estilo de vida saudável.
O fato é: 53% das pessoas estão
insatisfeitas com o seu corpo. E 72% lamentaram ter mais peso do que gostariam.
Mas isso não se trata apenas de uma suposição dos entrevistados. Foi pedido
para fazer o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), e foi constatado que,
realmente, a briga com a balança é uma ameaça aos brasileiros: 68% deles
apresentavam excesso de peso (soma das pessoas com sobrepeso e as já obesas).
Fazer só dieta pode trazer irritação e ansiedade
Foram comparados os hábitos de
emagrecimento dos brasileiros com os dos europeus. Para belgas, italianos,
espanhóis e portugueses, em média, apenas 20% não levam uma vida saudável
(contra 50% dos brasileiros) e só 24% não estão satisfeitos com seus corpos
(fato que pesa para 53% dos entrevistados do Brasil).
Apesar de estarem com o peso mais
equilibrado do que o nosso, 57% dos europeus tentam perder peso. E aí reside
uma grande diferença entre nós: para eles, o principal modo de ficar de bem com
a balança é fazer mudanças no comportamento, ao passo que, para os brasileiros,
bastaria a dieta.
Principal vilã é a falta de atividades físicas
E o que está levando a estatísticas
tão perigosas? A culpa principal, para 82% dos brasileiros que estão acima do
peso, é a falta de exercícios. Para 61% deles, os maus comportamentos
alimentares. O estresse é a terceira causa, para 60% dos entrevistados. Já 42%
afirmam que os quilinhos a mais se devem ao fato de não resistirem a
guloseimas.
De qualquer forma, nem todo mundo fica
de braços cruzados na luta contra a balança. Entre os entrevistados, 68%
afirmaram que estão tentando perder peso, movidos pelas seguinte razões: para
sentirem-se melhores (96% deles), para controlar problemas de saúde (60%) e
para aprimorar a vida social (35%).
Para atingir a redução do peso, o
método mais utilizado por 35% dos brasileiros é seguir uma dieta. Para 15%,
praticar exercícios. Já 39% se propõem a fazer uma mudança de comportamento. E
isso vai muito além do que fechar a boca e malhar. Trata-se de aumentar a
regularidade da atividade física, comer de três em três horas, evitar lanches
calóricos. Ou seja, seria uma alteração da forma de pensar e de agir.
Essa porcentagem pode parecer alta,
mas não é. E podemos afirmar isso ao compararmos as respostas dos brasileiros
com as que foram dadas pelos europeus participantes da pesquisa. Para eles, a
mudança de estilo de vida parece como a principal chave para se chagar peso
ideal.
Apenas 38% perderam peso significativamente
Como se vê, os brasileiros precisam se
conscientizar mais sobre a necessidade da perda de peso. Hoje embora afirmem
que gastam cerca de R$ 382 por mês com métodos para emagrecer, apenas 38%
relataram ter alcançado uma redução de, pelos menos, 30% do peso.
E o pior: 82% dos entrevistados que
emagreceram recuperaram os quilos perdidos. Isso mostra que perder peso acaba
sendo mais fácil do que manter a conquista depois. Mais um motivo para que as
pessoas invistam mais na mudança de estilo de vida, para que o sucesso com a
balança seja duradouro.
DICAS: Pequenas mudanças fazem muita
diferença
·
Pequenas atitudes no dia a dia fazem
parte da mudança de comportamento que levará ao emagrecimento duradouro.
·
Comece a reduzir as gorduras de sua
alimentação. Você não deve cortá-las, mas sim moderar o seu consumo.
·
Leve de casa o lanche que fará no
trabalho. Escolha opções saudáveis, como frutas, iogurtes, barras de cereais ou
um sanduíche light.
·
Coma pele menos cinco porções, ao
todo, de frutas e vegetais por dia.
·
Fique de olho nos rótulos e fuja dos
produtos ricos em gordura e açúcar.
·
Torne a caminhada um hábito em sua
vida. Se você andar 60 minutos por dia, ficará impressionado com a redução de
peso.
Na
próxima semana, tem mais Dicas de Saúde.
Tino
Lopes
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